Male homosexualities, leisure and HIV/AIDS: between revealing and concealing identities
Antecedentes: O enfrentamento das vulnerabilidades de jovens homossexuais, para a prevenção das DST/Aids, encontra limitações nos espaços Escolar e da Saúde. Fortaleza foi identificada pela UNESCO (2004), como a cidade com maiores índices de homofobia na escola. Na área da Saúde, pesquisa realizada em 2009 pelo Grupo de Resistência Asa Branca- GRAB, organização não-governamental LGBTT, apontou os professores e profissionais da saúde como causadores de homofobia dirigida a jovens gays, verificamos que 36% dos alunos abandonam a escola e 44% afirmam que seu aprendizado é prejudicado devido ao preconceito. 76% dos jovens pesquisados não freqüentam centros de saúde públicos devido à homofobia.
Descrição: Desde 2007, o GRAB realiza o projeto SAGAS, com o apoio da Fundação Schorer, na área da prevenção com jovens homossexuais, de 15 a 29 anos, da periferia de Fortaleza, reunindo esforços no campo da saúde sexual, com a metodologia da prevenção planejada, educação entre pares e da intersetorialidade. No trabalho intersetorial, são realizadas ações de advocacy, formação e pesquisa, junto a professores e profissionais de saúde, da rede pública, visando uma abordagem pedagógica e atendimento integral e não homofóbico nas escolas e unidades básicas de saúde.
Lições aprendidas: Aprendemos que modificar esse quadro requer esforços integrados nas esferas individual, social e programática, e que incluam ações planejadas e contínuas junto aos sistemas públicos de saúde e educação.
Próximos passos: realizar ações de advocacy, para que recomendações possam ser incluídas nas políticas públicas de saúde e educação.
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